Boa tarde, pessoal!
Há dias que venho tentando postar esse vídeo! Enfim, consegui...Ufa!
É um trecho da última gravação do Diante do Trono (2008) em Recife-PE... Trata-se de um cântico espontâneo, como é intitulado pelo próprio grupo. Em relação a esse assunto, a líder do grupo, Ana Paula Valadão Bessa, escreve:
"Quando ministro louvor, procuro dar lugar a uma adoração espontânea. Eu ofereço palavras e melodias novas, frescas ao Senhor. Incentivo as pessoas a fazerem o mesmo. nfelizmente, algumas pessoas ficam paradas, congeladas. Elas não conseguem cantar um cântico novo ao Senhor, porque só sabem cantar músicas decoradas. Ainda não desenvolveram uma intimidade com Deus que lhes permita expressar os seus próprios sentimentos a ele. (...) Imagine um relacionamento em que as palavras fossem sempre programadas, e não espontâneas." (BESSA, 2003, p. 308)
Frente a essa visão, pergunto:
Tenho agido espontaneamente diante de Deus? Até que ponto é válida a minha espontaneidade? Posso ser espontaneamente inadequado? Espontaneidade sem sinceridade e amor é simples rito? No louvor congregacional, a Igreja deve ser espontânea? Tais atitudes espontâneas no louvor são, biblicamente, formas ou práticas?
Convido a todos a verificarem o vídeo e também a comentarem o assunto. Quero iniciar a discussão.
Bom domingo!
Espontaneidade deve ser sempre sinônimo do sinceridade,verdade.vem do coração e se é para Deus o povo é que se dane.
ResponderExcluirJorge.
parabéns.....
ResponderExcluirmaravilhoso amor,perfeiro.
amei tuas postagens
cada dia mais te admiro
pois tens sempre algo novo e bom
para mostrar aos amigos
beijos mil
A própria palavra já diz tudo: espontaneidade.Se não vem do coração não é espontaneo. Precisamos estar despidos de preconceitos, precisamos nos livrar de tradicionalismos que nos foram incutidos desde a infancia, e deixar que o amor de Deus faça o resto. Há várias formas de nos dirigirmos á Deus; precisamos é ser sinceros.
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