terça-feira, 10 de março de 2009

Cadê minha espontaneidade?

Boa tarde, pessoal!


Há dias que venho tentando postar esse vídeo! Enfim, consegui...Ufa!

É um trecho da última gravação do Diante do Trono (2008) em Recife-PE... Trata-se de um cântico espontâneo, como é intitulado pelo próprio grupo. Em relação a esse assunto, a líder do grupo, Ana Paula Valadão Bessa, escreve:

"Quando ministro louvor, procuro dar lugar a uma adoração espontânea. Eu ofereço palavras e melodias novas, frescas ao Senhor. Incentivo as pessoas a fazerem o mesmo. nfelizmente, algumas pessoas ficam paradas, congeladas. Elas não conseguem cantar um cântico novo ao Senhor, porque só sabem cantar músicas decoradas. Ainda não desenvolveram uma intimidade com Deus que lhes permita expressar os seus próprios sentimentos a ele. (...) Imagine um relacionamento em que as palavras fossem sempre programadas, e não espontâneas." (BESSA, 2003, p. 308)

Frente a essa visão, pergunto:

Tenho agido espontaneamente diante de Deus? Até que ponto é válida a minha espontaneidade? Posso ser espontaneamente inadequado? Espontaneidade sem sinceridade e amor é simples rito? No louvor congregacional, a Igreja deve ser espontânea? Tais atitudes espontâneas no louvor são, biblicamente, formas ou práticas?

Convido a todos a verificarem o vídeo e também a comentarem o assunto. Quero iniciar a discussão.


Bom domingo!


domingo, 8 de março de 2009

Qual a nossa motivação?

Olá, pessoal!

Vou postar hoje um trecho de uma palestra da Helena Tanure, do Diante do Trono, em que ela trata sobre as nossas verdadeiras motivações quando participamos de um grupo de louvor. A pergunta que norteará a sua fala é: "Como você reagiu na última vez que lhe pediram para servir nos bastidores?"

Confesso que, quando assisti pela primeira vez esse vídeo, fiquei um pouco chocado... Pensei comigo: "Esse tipo de coisa não acontece no Diante do Trono, um grupo tão espiritual!" Mas, depois, me corrigi e continuei: "Sim, mas eles continuam sendo seres humanos e passíveis de todos os sentimentos cabíveis aos humanos!" Há que se vigiar e muito para não cairmos! A própria Palavra adverte em 1 Coríntios 10.12: Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia.

Também me chamou a atenção no relato da Helena uma característica da liderança do grupo: liderar exige confrontar o liderado consigo próprio e isso não é nada fácil, principalmente quando o liderado não se submete à visão de seu líder. Às vezes, nos esquecemos que o líder deve ser instrumento de Deus também para a correção.

É preciso que nos consertemos diariamente sobre a nossa verdadeira motivação em "fazer algo para o Senhor", como também em nossas demais atividades e reuniões! Pensando assim, inclusive os momentos de nossa adoração ficam comprometidos e devem ser submetidos a esse olhar criterioso sobre nós mesmos.


É necessário que ele cresça e que eu diminua. João 3:30

Assista, vale a pena!