Dia de sábado, final de tarde. Junto minhas coisas e, dentre elas, um livro que quero iniciar a leitura. Chama-se Diário de uma jovem, escrito durante a Segunda Grande Guerra por uma adolescente judia de nome Anne Frank (não vou me dedicar a explicar os pormenores agora, estou cansado...).
Ao abrir o livro, na contracapa, acho a tão despretensiosa anotação feita pela minha tia em 16 de setembro de 1979 (provavelmente, o escreveu no primeiro contato com a obra, por costume dela...) Ali, estava uma pequena citação, levemente piegas, mas, ainda assim, totalmente verdadeira e que devo levar em consideração. Até por que acredito nela. Para um sábado, acho que até rendeu.
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